Desafio Arte e Inspiração

Cá vamos para a 3ª semana do Desafio Arte e Inspiração, com o #GrupoDosLápisDeCor.
Não aprecio esta obra de Munch, no entanto sei como a pintura pode ser libertadora para quem a cria e estranha para quem a vê.
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A Arte como forma de exteriorizar o que vai na mente, pode revelar-se de várias formas. Se realmente soubéssemos e lhe déssemos tanta importância seria uma excelente terapia, evasão e até cura.
Munch foi um desses artistas que extravasou para as suas obras todo o sentimento que pautava a sua vida. A sua obra mais conhecida é o Grito.
O Grito de Edvard Munch é composto por quatro versões. Ao certo não sabemos o que o pintor de facto queria revelar com esta pintura. A obra retrata um grito mudo, angustiado de uma figura humana distorcida e só, ao entardecer, num local onde muitos passeavam e contemplavam a paisagem? Ou antes quer demonstrar o efeito de um pôr-do-sol tão intenso e o que provocou em Munch? Podem ler este artigo interessante sobre o tema, no Observador.
Porém, Munch confessou que sem a pintura não teria resistido aos seus problemas do foro psiquiátrico, estes talvez provocados pelas tragédias que viveu desde a infância.
O pintor norueguês também pintou obras sobre o quotidiano e de grande beleza suave, porventura numa fase mais serena da sua vida, como é exemplo View over the Rover at St. Cloud.

"Queremos mais do que uma mera fotografia da natureza. Não queremos pintar quadros bonitos que sejam pendurados nas paredes dos salões. Queremos criar, ou pelo menos estabelecer as bases de uma arte que dê algo à Humanidade. Um arte que prenda e envolva. Uma arte criada do coração mais íntimo de alguém. "
Edvard Munch
Neste desafio participam: Fátima Bento a mentora do desafio, Ana de Deus, Ana Mestre, bii yue, Bruno Everdosa, Célia, Charneca Em Flor, Cristina Aveiro, imsilva, João-Afonso Machado, José da Xã, Jorge Orvélio, Luísa de Sousa, Maria, Maria Araújo, Mia, Peixe Frito, Sam ao Luar, SetePartidas
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Também prefiro as pinturas da fase mais serena.
ResponderEliminarEu tenho uma relação de amor/ódio com a obra, mais com um pendor para uma paixão pelo "macabro" da sensação que provoca.
ResponderEliminarMas está semana foi a pedido... fiquei mais leve depois de escrever o meu.
Gratta, minha querida, pelo que fiquei a conhecer do artista. Conhecia pouco mais de que está obra...
B'jinhos
ResponderEliminarBjs
Boa ocasião para dissecar um pouco da obra deste pintor.
ResponderEliminarBeijinho
É estranha à primeira vista e não aprecio, como já referi, mas por detrás haverá um significado que nunca chegaremos a conhecer.
ResponderEliminarBjs
Tal e qual Isabel.
ResponderEliminarFica bem.
Bjs
Fui ler mais alguma coisa sobre este pintor, para além desta obra o Grito.
ResponderEliminarMas gosto de pinturas singelas e a que publicou neste seu blog é muito bonita.
Muito bem, Querida Olga, muito bem descrito
ResponderEliminarBeijinhos
Resto de Dia Feliz
Muito obrigada Olga pela partilha, não sabia e fiquei a prender. Beijinhos e adorei o último quadro.
ResponderEliminarTambém gosto.
ResponderEliminarObrigada pela visita Maria.
Bjs
Agradeço, amiga Luísa.
ResponderEliminarFica bem.
Bjs
Eu é que agradeço, querida Célia, pela visita e comentário.
ResponderEliminarTudo de bom.
Bjs
Gratidão pela partilha de um pedacinho mais de cultura. Beijinhos, Mana caçulinha. 💕🌺
ResponderEliminarA arte é um escape
ResponderEliminarExcelente post!
ResponderEliminarBoa noite.
Beijinhos
Obrigada eu, minha querida Irmã pelo teu cuidado e carinho
ResponderEliminarBjs
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ResponderEliminarBjs
A arte, a música e a literatura, por exemplo, são uma excelente forma de os autores expurgarem as suas dores. Mas também podem ser uma boa forma de quem observa, ouve ou lê expurgar os seus próprios dramas e sofrimentos.
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