Doçura bravia

Encontrei-te no caminho, escondida entre o musgo, mórula carnuda de fruta doce.
Tentei colher-te, entusiasmada, pela sofreguidão de te provar,
Mas o espinho que te protege, de ponta pua, se não o fosse
Impediu-me, picando-me a carne e a vontade de te tragar.
![]()

Tens que lá voltar de luvas
ResponderEliminarPrecisamos "ouvir" a natureza, Querida Olga
ResponderEliminarEla é tão sábia!
Beijinhos
Feliz Dia
Bonita fotografia e lindo poema😍 também gosto muito de amoras.
ResponderEliminarBeijo, Lurdes😘😘
Adoro amoras silvestres!
ResponderEliminarDia Feliz, Querida Olga!
Que ricas amoras, estes versos doces!
ResponderEliminarFeliz resto de dia, Olga!
Beijinhos
rebentos no meio do caminho
ResponderEliminarFica melhor assim na fotografia que não pica e também sacia.
ResponderEliminar
ResponderEliminarPois tenho!
Bjs
Esta foto foi tirada no Gerês e ao ver esta amoreira silvestre alimentou-me a criatividade, ficou lá sossegadinha a crescer.
ResponderEliminarGrata pela visita Luísa.
Bjs
Obrigada Lurdes, é sempre um gosto a tua visita.
ResponderEliminarBjs
Estas são só para apreciar!
ResponderEliminarObrigada amiga.
Bjs
Muito agradecida Cheia, devem ser mesmo boas, mas não as provei.
ResponderEliminarBjs
E que bom caminho!
ResponderEliminarObrigada querida bii.
Bjs
Grande verdade Vagueando, e por lá ficaram intactas.
ResponderEliminarBjs
Tão simples e tão bonito, querida Olga!
ResponderEliminarGrata Ana, pelas tuas palavras.
ResponderEliminarBjs