É novamente dezembro

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E cá estamos nós outra vez em dezembro! Assim se deu mais uma volta (de tantas outras nos nossos dias) neste mundo...
Parece-me que foi há poucos meses que desfiz a árvore de Natal, o presépio e restantes enfeites, que se dissipou de casa o cheiro da quadra, o quente do conforto natalício e já é novamente Natal! Por onde andam as prendas e pensando bem, quais foram? O que recebi e o que ofereci? Desvanece-se a festividade na vida corrida dos dias, na azáfama das compras, do trabalho e dos sonhos...estes nem sempre doces nem realizáveis.
O Natal cada vez chega-nos mais cedo, pelo consumo nos centros comerciais e hiper, super e mini mercados, todos arrastados pela onda do ter, levando-nos na enxurrada das compras apetecíveis, do brilho das cores e dos sons. O apelo anda por todo o lado, na rádio, na tv, na net, obrigando o cérebro a virar o chip e a perdermos o outro lado do que deveria ser Natal.
O Natal deveria voltar a ser um estado de alma, um tempo de calmaria, de apreciação e sobretudo de magia, de graça e pureza, de mistério e felicidade. Tudo isto em cada dia como num calendário do advento. Voltar aos dias em que tudo significava uma exaltação ao Dia de Natal, da família, do aconchego. Voltar aos dias da infância, áquela pureza de sentimentos, ao parecer que o mês de dezembro era longo e que havia tanto tempo para viver o Natal.
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De acordo!
ResponderEliminarBom fim-de-semana, Olga!
Beijinhos
Cabe a cada um escolher o seu lado da barricada, no que ao espírito natalício diz respeito...não sou muito apologista do consumismo.
ResponderEliminarBom fim de semana.
Beijinhos
Obrigada
ResponderEliminarBom fim de semana, José.
Bjs
Bem verdade, amiga
ResponderEliminarExcelente fim de semana, Maribel.
Bjs
O tempo tornou-se no bem de consumo mais escasso, as famílias despedaçaram-se de tal forma que as crianças, como não se podem partir ao meio, são "obrigadas e disputadas " para assistirem, em familias diferentes, a dois natais dentro do Natal, sem nunca se aperceberem da existência dessa pureza de sentimentos.
ResponderEliminarPara me esquecer que o tempo passa tão depressa nos últimos 3 anos não desmanchei a arvore de natal e assim para mim parece-me que estou sempre em dezº[<<-]
ResponderEliminarilustra e escreve bem, ainda por cima tirou-me o tapete quando lucidamente refere : voltar aos dias de infancia.
ResponderEliminarOlhe, um sonho impossivel. E, para o natal (deveria) ser diferente, tudo o mais o teria de ser...como na rotaçao da terra.
Portanto, aproveitar o natal que existe...sendo que cada vez existirá menos, até por força do envelhecimento das pessoas.
Fizeste-me ter saudades dos Natais de outros tempos. Tanta razão e verdade neste teu texto. Eu ainda nada fiz em casa que faça lembrar o Natal, fiz no Restaurante por obrigação e foi nos mínimos preceitos.
ResponderEliminarAinda vai aparecer por aqui esse espírito, com certeza, assim que o homem voltar para casa.
Beijinho grande, Olga.
"...O Natal deveria voltar a ser um estado de alma..."
ResponderEliminarFeliz Natal!
Não poderia concordar mais
ResponderEliminarQue voltem os velhos tempos, pfv!
Infelizmente…
ResponderEliminarUm abraço
ResponderEliminarUma boa ideia 👌
Obrigada pela visita
Plenamente de acordo “aproveitar o Natal que existe” e acrescento - celebrá-lo cada um como entender.
ResponderEliminarQue a tua família volte a estar junta em breve, especialmente o teu marido estar bem.
ResponderEliminarTambém ainda não decorei nada, esta semana conto fazê-lo
Tudo de bom, amiga.
Um grande Xi
Feliz Natal caro Francisco.
ResponderEliminarBjs[<<-]
💝😘
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